Prefeitura suspende atividades, em decorrência da infecção de servidores pela covid-19
Aterro sanitário será inaugurado em agosto conforme determina a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos

A construção havia sido iniciada em 2008, pelo ex-prefeito e não foi finalizada; mesmo assim, o recurso para a obra foi consumido.
Apesar de um ex vereador da oposição, essa semana ter tentado criar junto à população pauloafonsina a expectativa da possível punição do Ministério Publico ao prefeito de Paulo Afonso Anilton Bastos, caso o prefeito, até sábado (2), não acabasse com área de destinação de resíduos sólidos da cidade, chamada de “lixão” de Paulo Afonso’, como determina a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a ASCOM da Prefeitura de Paulo Afonso publicou nesta quinta-feira 31, uma matéria onde esclarece o assunto e informa que a Prefeitura estará inaugurando ainda no mês de agosto o aterro sanitário na região de Campos Novos – área rural do município. A publicação informa também que segundo o secretário de Serviços Públicos, Paulo Mergulhão, que esteve no local, à obra está dentro das normas exigidas e especificadas pelo Ministério do Meio Ambiente, a exemplo da Licença Ambiental.
Segundo a ASCOM a obra, feita com recursos próprios do Município, cumprirá todo um sistema técnico para o lixo que será ali armazenado não prejudique o Meio Ambiente. A obra do aterro sanitário envolve; cobertura da oficina, pavimentação do local, terraplanagem do espaço que irá acomodar os resíduos não aproveitáveis do lixo, assim como a instalação da manta que servirá para a não contaminação do solo. Também foi construído no local o prédio da administração, balança, urbanização da área externa e melhorias das vias de acesso ao local.
Por meio de instauração de inquérito, em 2005, foi apurado que o lixo em Paulo Afonso era depositado a céu aberto, sem tratamento de chorume, sem coleta seletiva, sem o cercamento da área de destinação final, à qual tinham acesso catadores que realizavam constantes queimadas dos resíduos e crianças em contato direto com o solo, água e o ar contaminado.
Segundo informações da Ascom a construção havia sido iniciada em 2008, pelo ex-prefeito e não foi finalizada; mesmo assim, o recurso para a obra foi consumido. Quando o prefeito Anilton Bastos assumiu a Prefeitura, no local onde deveria ser preparado o armazenamento para os resíduos do município, foi encontrada apenas a edificação de um escritório inacabado, além de um galpão que foi derrubado pelo vento, destacando a má qualidade do material utilizado na edificação.